maio 17, 2015 - Últimas Notícias    No Comments

José Carlos Laitano palestra na AELN

O escritor José Carlos Laitano,  membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor, entre outros, de Criação Literária – da ideia ao texto palestrou hoje (15.05) na Câmara de Vereadores de Imbé (RS) para os membros da AELN – Academia de Escritores do Litoral Norte gaúcho.

Encontro da AELN com escritor Laitano- Câmara de Vereadores de Imbé

Encontro AELN em Imbé- maio 2015 (2)

Laitano apresentou a AELN seu livro sobre a criação literária, usado por escritores em oficinas literárias. Criação Literária – da ideia ao texto é uma obra essencial para todos os que escrevem e para quem inicia o caminho da escritura. Importante coletânea de estudos para revisão ou reafirmação de conceitos para escritores experimentados.

Sobre o livro

Não é manual, porque não estabelece regras, mas demonstra o que pensam o autor e grandes escritores nacionais e internacionais sobre os temas focados. Não é texto acadêmico, mas conversa de escritor – para o iniciante e para aquele, experiente, que não perdeu a curiosidade.

Criação Literária: da Ideia ao texto

No Livro I – A Ideia – inclui, dentre outros assuntos: formação e transmissão da ideia, prazer de escrever, cotidiano do autor, crítica e resenha, inspiração, escolha do tema, ponto de virada.

No Livro II – Estrutura da Narrativa – discute, entre outros temas: foco narrativo, construção do personagem, estilo, verossimilhança, cenas e resumos, tempo e verbo na narrativa, diálogo, inícios e finais, descrição na narrativa. No

Livro III – Desossando Textos – comenta obras literárias e roteiros de filmes, apontando exemplos das matérias estudadas ao longo do livro.

Assessoria de Imprensa da AELN

maio 6, 2015 - Poemas    No Comments

Sem resposta

Por Evanise G. Bossle -03/05/2015

Como não ouvir ou não ver
Tudo que está acontecendo pelo mundo,
Tsunamis, vendavais, ciclones, terremotos,
Mortes, mortes…
Acidentes, assassinatos, atentados,
Desastres aéreos, triste fim de vidas
Um sem número de vidas.
Como não pensar, não lembrar, não se emocionar,
Não chorar???
E nos perguntamos, sem respostas,
Quando e onde isso vai parar???
Sem respostas, nada mais a declarar!

maio 6, 2015 - Últimas Notícias    No Comments

Rádio e jornais de Torres divulgam concurso de poesia da AELN

A Rádio Cultural FM de Torres 87,5 e o jornal Diário Gazeta/Jornal da Cidade, de Torres, acertaram parceria com a Academia de Escritores do Litoral Norte (AELN) na divulgação e apoio ao 1 Concurso de Poesias da entidade. A partir dessa semana, os referidos veículos de Comunicação Social passam a divulgar o Concurso e a fomentar a participação da comunidade de Torres e região da Grande Torres no Concurso.
O 1º Concurso de Poesias da AELN tem por objetivo proporcionar o desenvolvimento do potencial criativo, partindo das habilidades que cada um traz consigo e utilizando a arte para auxiliar no processo do crescimento humano.
A Rádio Cultural FM, como já diz o nome, tem tradição no meio cultural de Torres e região, sendo também uma das primeiras rádios comunitárias do Litoral Norte. O forte de sua audiencia é através da internet, situando-se no ranking das 100 mais acessadas do Brasil. Já o jornal Diário Gazeta é o segundo jornal mais antigo do Litoral, com 31 anos de circulação ininterrupta, agora também em parceria com o Jornal da Cidade de Torres.
Assessoria de Imprensa AELN

AELN promove I Concurso de Poesias

logotipoAELN

Proporcionar o desenvolvimento do potencial criativo, partindo das habilidades que cada um traz consigo e utilizando a arte para auxiliar no processo do crescimento humano. Este é o objetivo do I Concurso de Poesias promovido pela AELN

A AELN acredita que um escritor se faz na infância e juventude, aprimorando-se ao longo da vida. Dai a necessidade  e a importância de incentivar as primeiras investidas na arte de escrever, para que não se percam estes talentos.

O I Concurso de Poesias – edição 2015 vem facilitar a prática da participação (socializar o conhecimento que se produz no espaço de ensino) e fornecer um canal de comunicação ao jovem, de expor seus sentimentos usando o verso como forma de expressá-los.

Baixe aqui o regulamento do I Concurso de Poesias AELN

Assessoria de Imprensa da AELN

abr 16, 2015 - Últimas Notícias    No Comments

Passagem de Dom Pedro em Arroio do Sal será tema de palestra na Biblioteca Pública

O jornalista e escritor de Torres, Nelson Adams Filho, foi convidado pela Prefeitura de Arroio do Sal para proferir uma palestra intitulada “A História do dia em que o Imperador do Brasil, Dom Pedro I, esteve em Arroio do Sal”.  

A palestra no Dia Mundial do Livro é uma promoção da Secretaria Municipal de Educação e Cultura confirmada para o dia 23 de abril, às 15h, na Biblioteca Pública Municipal. O evento integra a programação da Semana de Aniversário de 27 anos do Município de Arroio do Sal.

Nelson contará também como foi a reprodução da Cavalgada de Dom Pedro realizada, em setembro de 2014, com partida na Praia da Guarita, em Torres, e destino onde hoje é o atual município de Arroio do Sal, trajeto baseado em relato do diário do Imperador.

O escritor prepara um livro sobre a viagem do Imperador do Brasil Dom Pedro I pelo RS e no litoral gaúcho no ano de 1826.

No conteúdo da publicação irá constar, em destaque, a passagem do Imperador pelo município de Arroio do Sal, onde segundo sua pesquisa, aconteceu um pernoite com destino ao extremo sul para intervir junto a Guerra da Cisplatina entre o Brasil e a Argentina.

Jornalista Marcos Lewis – MTB 12.219 – Fone: (51) 9166-8962
Prefeitura de Arroio do Sal – Assessoria de Comunicação Social
E-mail: imprensa@arroiodosal.rs.gov.br

abr 15, 2015 - Contos    No Comments

Conto Feliz Ano Novo!

Por Leda Saraiva

Era dia trinta e um de dezembro.

Grandes preparativos após um dia de intenso trabalho. Reunião na casa de um dos filhos com alguns comes e bebes, rapidamente, preparados para depois assistirem à queima de fogos na praia de Tramandaí.No ar uma euforia. O entusiasmo da família reunida saia pelas janelas.A noite estava perfeita.Era uma sensação de iminente liberdade a deixar para trás contrariedades que ficariam para sempre com o Ano Velho que agonizava. Cadeiras de praia, caixas de isopor à espera de um “vamos lá, minha gente!”. Teriam que se apressar para conseguirem um bom lugar na praia.

-Vamos! Depressa! – dizia Antônia. As crianças não vão.As crianças ficam. É muita gente na praia.

Por decreto, ficou decidido que naquela passagem de ano, os netos ficariam conosco. É evidente que não desejavam nos acompanhar. Mostraram resistência.Mas estava decidido. A contrariedade estampava-se em seus rostos. Eu fiz de conta que nada percebera.Pensei: “O que posso fazer com essas crianças contrariadas? E agora? Como proporcionar-lhes momentos interessantes?

Entraram no carro a contragosto.

– Vó, onde é que nós vamos? – pergunta Carlinhos um tanto indiferente, atirado displicentemente no banco do automóvel.

-Ah! Hoje nós vamos visitar Netuno na praia de Imbé.

-Quem é Netuno, é algum amigo de vocês que não conhecemos, vó? – pergunta Maristela meio sem graça.

-Netuno é o deus dos mares. Ele tem um palácio poderoso no fundo do mar Egeu…

-Vó, onde fica o mar Egeu?- curiosa manifesta-se Suzete.

-O mar Egeu fica na Grécia. Netuno é um Deus grego. Mas como eu estava dizendo, ele mora num palácio no fundo do mar Egeu e percorre os oceanos numa carruagem belíssima, puxada por cavalos com cabeças e crinas de ouro. É acompanhado por uma comitiva de milhares de nereidas, hipocampos, delfins e outros bichos mais. Quando ele passa, o mar se abre. As ondas serenam.

-Vó, que é nereida e essas coisas que tu falaste? – perguntou Maristela.

-Nereida é uma ninfa, uma divindade, uma moça belíssima, parece uma fada; Hipocampo é cavalo marinho. Já viste um cavalo marinho?

-Vi. Lá no CECLIMAR, num aquário. –  respondeu.

-Pois então. Delfins são golfinhos, botos. Vocês já viram os botos na barra do rio Tramandaí?

-Ah! Agora entendi. E daí, vó? Conta, conta… – manifesta-se Maristela.

– Netuno tem uma barba muito longa. Mais longa que a barba do Papai Noel. Na mão direita, costuma empunhar um tridente.

-Que é tridente, vó? – pergunta Daniela, a menor.  E Maristela responde:

-Ô, guria. Tu não sabes o que é tridente? É uma coisa parecida com um garfo enorme. Tem três dentes. Uma vara com três espetos na ponta. Nunca viu o tridente do diabo?

-Tá…tá… tá… Já entendi.

– Bem. Tridente é uma espécie de cetro mitológico de Netuno. Vocês já viram nas histórias que leram. Todo rei tem um cetro. O cetro representa poder. O tridente de Netuno, conforme a mitologia,tem o poder de abalar a terra e o oceano, produzindo terremotos e maremotos, mas também pode fazer a água brotar das rochas e do solo. Traz as grandes secas e as grandes inundações.

– Puxa vida! Então é poderoso esse tal de Netuno! E anda solto pelo mundo. – diz Carlinhos, o mais velho.

-Vó, quem eram os pais de Netuno? – pergunta Suzete.

-Netuno é o filho mais velho da deusa Ops (deusa da fertilidade) e de Saturno (deus do tempo e da agricultura). De acordo com a mitologia, Netuno cavalga nas ondas do mar em cima de cavalos brancos.

-Chegamos, minha gente!  Vamos estacionar o carro e descer.

-Ai vó, eu tô com medo do velho Netuno -fala Daniela

-Desçam! Rápido! Daqui a pouco é meia noite e nós ainda estamos aqui dentro do carro. Deem as mãos. Está meio escuro. Procurem não se perder.

Os quiosques estavam literalmente tomados de gente. O vento resolvera recolher-se naquela noite em que o Ano Velho daria lugar ao Ano Novo.

 Seria uma boa ação de Netuno?

À medida que nos aproximávamos da praia de Imbé, o movimento aumentava. Era gente que chegava com cadeiras de praia, caixas de isopor carregadas de bebidas, crianças ao colo, crianças levadas pela mão, crianças em carrinhos de bebês.

A lua estava discreta. Algumas nuvens no céu a encobriam para que não tirasse o brilho dos fogos. Na barra, mar e rio entendiam-se: o mar entrava no rio, e este procurava chegar ao mar sem atrapalhá-lo. Era uma troca de gentilezas.

As crianças nunca haviam estado na praia à noite. Para elas era uma novidade.

-Vô, que horas são? – pergunta Carlinhos.

-Faltam cinco minutos para a meia noite.

Sem perder as crianças de vista, aproximamo-nos do mar.Alguns foguetes espocavam aqui e acolá.

Carlinhos, o mais atrevido, demonstrando coragem, entrou no mar e deu não sei quantos pulos nas ondas que chegavam a seus pés. Disse que dava sorte.

É Chegada a hora tão especial. Os ponteiros estão um sobre o outro. Diz o avô

-É meia noite! – Gritam as crianças.

De repente, se desencadeia uma sequência de fogos. O céu enche-se de ruídos e de luzes, proporcionando-nos um espetáculo visual magnífico.Nessa hora, entre gritos, músicas e espocar de foguetes, abraçamo-nos. Então, olhamos para o mar.Fixamos nosso olhar no horizonte, onde céu e mar parecem encontrar-se. Nesse momento, um daqueles fogos de artifício eclode na direção onde o sol costuma nascer. Abraçados,  com a água batendo em nossos pés, vivenciamos um momento de sonho, diante das mais belas formas e cores dos fogos de artifício. Pura magia no meio da noite.Uma voz que parece vir da profundeza das águas, mistura-se aos ruídos:

-Vô, vó, guris, olhem! Lá está o Netuno! Estão vendo?

E foram tantos abraços, tantos beijos meio a felicitações:

Feliz ano Novo! … Feliz Ano Novo!…

abr 15, 2015 - Contos    No Comments

Conto Uma tarde de domingo

Por Leda Saraiva*

Diversas pedras circulares, medindo uns oitenta centímetros de diâmetro, incrustadas ao nível do gramado,distribuíam-se ao redor da Caixa d’água de Imbé. Era ali que brincávamos de “Tem Casa pra Alugar?”

Cada criança se colocava sobre uma pedra. No imaginário infantil, cada pedra se transformava em casa. Um dos participantes da brincadeira ficava de fora e percorria o grupo perguntando:

-Tem casa pra alugar?

As outras crianças respondiam, quando perguntadas:

– Não. Passe outro dia.

Na distração daquele que procurava casa para alugar, alguns trocavam rapidamente de lugar,uns com os outros. Era nessa hora de certa confusão que os mais lentos se perdiam e o que perguntava, ocupava o lugar do distraído. O que perdeu o seu lugar passava a perguntar: “Tem casa pra alugar?” E a brincadeira se estendia pela tarde de primavera. Assim, nos divertíamos por algum tempoem volta da Caixa d’água de Imbé.

Esse reservatório de água localizava-se defronte a Igreja Nossa Senhora de Fátima, sobre o canteiro da Avenida Porto Alegre. Hoje, restam os alicerces que testemunham, num silêncio secreto, nossas brincadeiras e visitas àquele lugar.

Meu avô era nosso companheiro. Um avô alegre brincalhão. Andávamos sempre à sua volta. Morávamos em Tramandaí. Aos domingos, costumava passear conosco.  Muitas vezes,atravessamos a velha ponte de madeira para chegar a Imbé. Nessa época, Imbé era um bairro nobre de Tramandaí, predominantemente, habitado por veranistas. No inverno, era só nosso.Era o nosso parque de diversão. Virava um paraíso a ser explorado por nós, crianças curiosas a buscar novidades em suas ruas, verdadeiros labirintos.

 Procurávamos ninhos de quero-quero. Dizem que o quero-quero canta de um lado e o ninho está em outro. Naquela tarde,meio à grama, achamos um ovo partido com um passarinho ainda em formação, agonizando, com aqueles olhos enormes, envoltos numa película leitosa. Naquele instante, aquele frágil corpo parou de se mexer.Foi a nossa primeira experiência com a morte dentro de um ovo. Ficamos observando aquele projeto de pássaro, implume ainda, e sem vida. Por alguns segundos,permanecemos calados diante do mistério da ausência de vida.

Que belo pássaro é o quero-quero! Imponente por sua postura e altivez. É destemido. Está sempre alerta como uma sentinela. O quero-quero é a “Sentinela dos Pampas”, um dos símbolos do Rio Grande do Sul. A beleza de suas penas encanta.Parece uma pintura. Mas Cuidado! É defensor de seu território. Se alguém se aproxima de seu ninho ou de seus filhotes, ataca o invasor com rasantes assustadores, podendo ferir o intruso com os esporões que traz em suas asas.

Depois de admirar um quero-quero que se aproximou de nós, voltamos a observar aquele minúsculo passarinho que não vingou. Um esboço de ave, sem vida, que poderia transformar-se numa espécie belíssima. Só então, nos demos conta de que nosso avô já se distanciara de nós, caminhando com as mãos às costas – era esse o seu jeito de caminhar. Devolvemos o bichinho à grama e corremos em sua direção,apostando corrida para ver quem chegava primeiro.

O meu irmão mais velho era nosso líder.Chamava nossa atenção para o que encontrava de curioso. Corria muito. Distanciara-se de nós. Parou na frente de duas casas geminadas,inteiramente de pedras.Chamou-nos gritando:

– Venham aqui. Ligeiro! Venham ver estas duas casas.

Paramos para observá-las. E ele falou:

-Estas duas casas parecem tão frias… Geladas… Ui…Misteriosas… Mal-assombradas…Parece que estão cheias de fantasmas. Vocês estão ouvindo ruídos estranhos que vêm de dentro delas?

Paralisados de medo, olhos arregalados, ouvidos aguçados.Já estávamos ouvindo os barulhos dos fantasmas a conversarem dentro da casa.Até parecia que objetos voavam e explodiam nas paredes, quando, surpreendentemente, nosso irmão deu um grito fantasmagórico:

 UUUUUUUUUUUUUUUUUUU!…Buáááááááá´!…

Quase desmaiamos. A cor fugiu de nossos rostos. Ficamos algum tempo paralisados, presos ao solo. Com o coração aos pulos, horrorizados, saíamos em disparada, sem olhar para trás. Sabe-se lá… E se algum fantasma resolvesse nos perseguir?…Corremos muito até alcançar o nosso avô que já havia ultrapassado o imponente prédio do Hotel – Cassino Picoral.

 O vento começara a soprar e corria rápido pelas antigas ruas curvas do centro antigo de Imbé que sempre nos enganavam. Apontavam para um lado e nos levavam para outro.

À nossa direita, estava o rio. Silencioso, livro fechado, coberto de limo e de lama,envolto em mistérios, guardando histórias de vidas e lendas que passavam de geração em geração no antigo povoado:A lenda do Minhocão da Lagoa do Armazém; A lenda do Siri, do Linguado e da Savelha. Lembram-se do siri que atravessou o rio,com Nossa Senhora em suas costas?  A lenda da abertura da Barra. Os causos de lobisomem, de bruxas e assombrações… Esse rio é um guardião da história. Guarda a vida dos primeiros pescadores, senhores das águas e dos ventos, sábios conhecedores da natureza. Homens de fé que, no dia a dia, tiravam de suas generosas águas o sustento de suas famílias.

Em determinadas noites, a lua resolvia recolher-se para descansar atrás das grossas nuvens. A escuridão,revestida de vento, envolvia os ranchos dos pescadores, iluminados pela fraca luz das pixiricas e candeeiros. A lenha verde chorava no rústico fogão que cozinhava, sem pressa, o ensopado de peixe e o pirão de farinha de mandioca. O cheiro do fervido espalhava-se pelo rancho, saindo pelas frestas, misturando-se ao vento.

O tempo e o vento corriam de mãos dadas na praia de Imbé a brincar nas águas do rio e a se embalar nas ondas do mar.

A vida era difícil para aquelas famílias sem recurso algum. Gente que seu nia na alegria, na dor, na doença, sempre solidários. Sua história ficará para sempre guardada nas águas do rio silencioso, outrora tão pleno de vida. Atualmente, um tanto ignorado pela população, a esperar que um dia lhe devolvam a vitalidade.

Hoje, quando atravesso a ponte Giuseppe Garibaldi, não me canso de admirar o rio Tramandaí e vejo cristalizada em suas águas, como a acenar para mim, toda a história que não se mostra para aqueles que a desconhecem.

-Crianças! Venham!- grita meu avô -Chegou o grande momento de atravessarmos a ponte pênsil. Agora eu quero ver quem é valente…

* Conto enviado para o I Concurso de Contos de Imbé, em 23/10/2014.
Classificado em 5ºlugar.

abr 14, 2015 - Últimas Notícias    No Comments

Contos de Imbé

Os 20 contos selecionados do Primeiro Concurso de Contos de Imbé, realizado em  outubro de 2014, foram editados em livro e lançado da XI Feira de Imbé – 2015.

Participaram escritores de vários estados brasileiros. A premiação ocorreu na XI  Feira do Livro de Imbé, de 2 a 5 de  abril-2015, cuja Patrona foi a escritora Evanise Bossle.

A escritora Leda Saraiva Soares, de Tramandaí, membro da AELN, concorreu com três contos. Dois destes foram classificados para o livro. “Uma tarde de Domingo”  e  “Feliz Ano Novo”. O primeiro conto, classificou-se em 5º lugar.

DSC07458

Fonte: Assessoria de Imprensa AELN

mar 25, 2015 - Últimas Notícias    No Comments

Programação da 9ª Feira do Livro de Capão da Canoa

2 por 3 (2).cdr

A Comissão Organizadora da 9ª Feira do Livro de Capão da Canoa – No coração do litoral norte, entre o mar e a lagoa, encontra-se Capão, Livros e Chimarrão –  ao cumprimentá-lo, tem a imensa satisfação de convidá-los a participarem deste evento que será realizado no período da Páscoa, de 02 a 05 de abril de 2015,  na Av. Beira-Mar em Capão da Canoa junto ao Capão Fest. 

Esta edição tem como Patrono o escritor gaúcho Cássio Pantaleoni. 

Sobre o Patrono:

Formado em Filosofia, com complementação curricular em Psicologia. Possui Mestrado em Filosofia, nos domínios da especialização da Fenomenologia e Hermenêutica pela PUCRS. Escritor, fundador da editora 8INVERSO e profissional da área de Tecnologia da Informação. 

Autor de “Os Despertos”, “Ninguém disse que era assim”, “Desmascarando a incompetência”  e “Histórias para quem gosta de contar histórias”, “A sede das pedras”,  “Histórias para quem gosta de contar histórias” e “A corda que acorda”.

Foi vencedor do II Premio Guavira de Literatura – Categoria Livro de Contos, promovido pela Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul, edição de 2013,com a coletânea de contos A Sede das Pedras; finalista na categoria Contos da Prêmio Livro do Ano AGES, promovido pela Associação Gaúcha de Escritores, edição de 2013, com A Sede das Pedras e em 2011 com Histórias Para Quem Gosta de Contar Histórias. Foi finalista do Concurso de Contos Machado de Assis, promovido pelo SESC-DF, edição de 2011; segundo lugar no 21º Concurso de Contos Paulo Leminski, promovido pela Unioeste em parceria com a Prefeitura Municipal de Toledo, edição de 2010; Menção Honrosa no Concurso de Contos promovido pela Associação Sul-brasileira de Letras, edição de 2008.

Contamos com a sua colaboração para divulgar amplamente a programação deste evento.

Desde já agradecemos a sua atenção.

Comissão Organizadora
Secretária Municipal da Educação  –  Lavina Dias de Souza
Bibliotecária da Secretaria Municipal da Educação – Patrícia G. Sousa Cerezer
Funcionária da Secretaria Municipal da Fazenda  – Joaninha S. Pereira Dias

Membro do Conselho Municipal de Cultura  – Elza Lisbôa  Montano
Membro do Conselho Municipal de Turismo – Vera Rizzi
Professora Estadual  – Ana Rute Dos Santos Paz

Supervisora Pedagógica Municipal  –  Fátima Lisiane Silva da Silva
Coordenação da Educação Infantil Municipal  –  Leila Scherer
Assessor da Secretaria Municipal de Turismo, ind. e Comércio – Márcio Teixeira da Silva
mar 24, 2015 - Últimas Notícias    No Comments

Programação da XI Feira do Livro de Imbé

XI Feira do Livro de Imbé ocorrerá de 02 a 05 de abril

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) realizará de 02 a 05 de abril a XI Feira do Livro de Imbé. O evento será realizado em conjunto com a 12ª Feira do Peixe, organizada pela Secretaria Municipal de Turismo, Desporto, Indústria e Comércio. As atividades ocorrerão na Avenida Rio Grande, na entrada da cidade, ao lado do Heliponto Municipal.

A secretária Joselaine Cardoso lembra que a Feira do Livro terá como patrona a escritora local Evanise Bossele e como xerife a também escritora local Celia Jurema Aito Victorino. Além da comercialização de livros haverá palestras, teatro, apresentações musicais e sessões de autógrafos.

PROGRAMAÇÃO DA XI FEIRA DO LIVRO

QUINTA-FEIRA 02/04/15
14HS – ABERTURA OFICIAL COM A PRESENÇA DE AUTORIDADES MUNICIPAIS, ORQUESTRA MUNICIPAL, PATRONA DA  FEIRA DO LIVRO EVANISE BOSSLE E A XERIFE DA FEIRA escritora Celia Jurema Aito Victorino

15HS – PALESTRA COM O PATRONO DA FEIRA EVANISE BOSSLE.

15H30MIN- TEATRO LUZ E CENA”A PÁSCOA DA FAMÍLIA GENTIL’

17H30MIN –LANÇAMENTO DO LIVRO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS “ÁRVORES – A VIDA VERDE DO PLANETA” VOL. I DO PROFESSOR LUÍS ALBERTO PEDROSO

19HS – OS DANADÕES

21HS- ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DA FEIRA

SEXTA-FEIRA 03/04/15
14HS – ABERTURA COMERCIAL DA FEIRA DO LIVRO

14HS ÀS 18HS- PINTURA NO ROSTO/OFICINA DE XADREZ

15 HS – SHOW COM MÁGICO ALEXANDRE TORRES

16H- ORQUESTRA DE IMBÉ

17H – SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO:”VEGETAÇÃO DAS DUNAS COSTEIRAS DE TRAMANDAÍ” DE EDUARDO A. MÜLLER, FERNANDO L. BORGES, GIOVANI PORFIRO E SONIA BRUSIUS.

21HS- ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DA FEIRA

SÁBADO 04/04/2015
14HS – ABERTURA COMERCIAL DA FEIRA E  LANÇAMENTO DO LIVRO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS:”OUTONOS” COM A PATRONA DA FEIRA EVANISE BOSSLE

15HS- DANÇA/CENTRO ESPORTIVO

16HS –BANDA MUNICIPAL DE TRAMANDAÍ

17HS – LANÇAMENTO DO LIVRO CONTOS DE IMBÉ COM A PRESENÇA DOS 5 VENCEDORES DO I CONCURSO DE CONTOS DE IMBÉ.

18HS –FERNANDO KAH

DOMINGO 05/04/2015
14HS– ABERTURA COMERCIAL DA FEIRA

14H30MIN- APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇA DA SÁBIA  IDADE

15H30MIN-MESA REDONDA “A IMPORTÂNCIA DO CONTO NA LITERATURA” COM A PRESENÇA DOS AUTORES DOS 20 MELHORES CONTOS DE IMBÉ/ ACADEMIA DOS ESCRITORES DO LITORAL

18H-ENCERRAMENTO OFICIAL DA XI FEIRA DO LIVRO COM A PRESENÇA DAS AUTORIDADES MUNICIPAIS, PATRONO E XERIFE DA FEIRA E DA ORQUESTRA MUNICIPAL.

*ESPAÇO RECREAÇÃO INFANTIL/BIBLIOTECÁRIAS – PINTURAS DE ROSTO, HORA DO CONTO, RECREAÇÃO DIARIAMENTE DAS 14H ÀS 18HS

Fonte: Prefeitura de Imbé

Páginas:«1...6789101112...78»