AELN lança Antologia V

 

Antologia V

AELN lança no próximo dia 14 de novembro, às 15 horas, no Museu de Comunicação Hipólito José da Costa mais uma obra, a Antologia V de contos, poemas e crônicas.

A obra de 164 páginas contou com 22 autores, sendo o prefácio do colega José Carlos Laitano, da Academia Rio-Grandense de Letras.

Os autores: Artur Pereira dos Santos, Cacá Melo, Carmem Regina de Oliveira, Célia Jurema Aito Victorino, Cláudia Duarte, Elza Eliana Lisbôa Montano, Evanise Gonçalves Bossle, Fábian Mariotti, Felipe Daer, Heloisa Mascolo, Janaine da Silva Ferrão,  Leda Saraiva Soares, Luiz Alberto de Souza Pedroso, Maria de Lourdes Borges Werlang, Mário Feijó, Mariza Simon dos Santos, Nelson Adams Filho, Rodrigo da Silva Rocha, Rodrigo Trespach, Silvania Anderson, Suely Eva dos Navegantes Braga, Ulda Melo.

Lançamento Antologia V
Dia: 14.11.2015
Horário: 15h
Local: Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, na Rua dos Andradas, 959 – Centro Histórico, em Porto Alegre.

out 31, 2015 - Crônicas    No Comments

Ao longo do caminho

Por Artur Pereira dos Santos

Há exatos 40 anos deixei de lado minha última Monark. Hoje, diante das circunstâncias que transformaram em pesadelo o que poderia ser a simples acomodação dos elementos ouo desgaste esperado dos metais me dirigi à casa que vende bicicletas há tanto tempo quanto ao que adquiri aquela que abandonei depois de usá-la nos primeiros anos a serviço do meu último patrão, sem cobrar um centavo pelo desgaste.

Minha intenção era saber o quanto custava uma, poderia ser usada, para que viesse a ocupar o espaço que deixarei vazio quando vender o carro que hoje possuo.

Na verdade não existe a intenção de adquirir ou vender coisa alguma. Foi a forma que encontrei para passar entre o pesadelo e o sonho sem arranhá-los. Embora a vontade fosse destruir o primeiro e abraçar o segundo.

Cumprimentei os amigos que encontrei na loja e segui na caminhada em direção ao ponto que queria evitar: Comprar passagens para voltar ao local que já me acostumei, mas que sei não ser o meu lugar.

Encontrei amigos e desconhecidos. Com eles conversei para esquecer tantas coisas que me passavam pela cabeça. Cumprida à primeira etapa proposta, dirigi-me a casa de minha irmã.

Meu caminhar penoso fazia-me parar para olhar nomes de ruas nas placas das esquinas. Em uma delas fiquei a comparar quem chegara primeiro a cidade: Se Orestes Clemente Serra ou Lídio Antônio Monteiro, embora soubesse de antemão que quem chegou primeiro foi o último.

Lembrei que naqueles locais encontrava perdizes quando voltava da venda de doces da Dona Cristina ou pé de moleques feito por minha mãe, quando a dunas da Zona Nova eram arrastadas por juntas de bois até os locais que precisavam ser aterrados.
A doce recompensa apareceu apenas quando parei à sombra de um a pitangueira e dela provei algumas frutas maduras, enquanto pensava o quanto já representaram em minha história.

Quando viemos ainda crianças para Capão da Canoa eu e uma de minhas irmãs, já falecida, deixamos as carretas com nossos pais seguirem adiante e viemos apanhando pitangas à beira da cerca que seguia paralela aos contornos da Lagoa dos Quadros.
Pensei mesmo inconformado com as circunstâncias atuais: Afinal, ainda existem pitangas ao longo de meu caminho.

out 19, 2015 - Poemas    1 Comment

O amor e a paixão

Por Bárbara Sofia Barros Telles

O Amor é verdadeiro
A paixão é duvidosa
O Amor é certo
A paixão é enganosa.

Quero um Amor
Não mais uma paixão
E parar de machucar
Esse meu aflito coração.

Mas e você,
Qual seria a sua opinião,
Sobre essa pequena diferença,
Dentre o Amor e a paixão?

 

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

Encontro de olhos

Por Karolaine Heckler

A menina dos olhos verdes, olhou nos olhos pretos
No menino havia plumas no lugar dos cabelos
A menina sorriu para baixo
O menino a envolveu em seus braços.
Os olhos verdes sussurraram:“Será que isso é amor?”
As plumas respondiam
“Espero que não resulte em dor.”
Felicidade, carinho, risadas
“Até quando?”
A menina dos olhos verdes se perguntava
Todos os olhos são únicos
Todos te desafiam a desvendar um mistério
Se é verdade ou não
Fica a seu critério.

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

A vida

Por Laysa Orceano, de Tramandaí

O que podemos fazer, se a vida não nos dá tempo,
O tic-tac voa e nós nem percebemos.
Não sabemos o que vai acontecer,
Podemos ter certeza apenas, do que hoje está havendo.
O futuro Deus guarda pra si, o passado,
Por outro lado nem sempre é bom para ti.
Ontem, nós nascemos, hoje somos crianças,
Amanhã iremos nos formar
O tempo já está passando e, não temos como saber,
No que iremos nos tornar
As coisas não são sempre do jeito que planejamos, mas,
Fazer o que, a vida dá voltas e não podemos controlar isso.
Mas tudo no final acaba muito bem, bom,
Pelo menos eu acredito nisso.

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

Socorro!

Por Tais Alessandra Samaniego Krueger, EMEF Rui Barbosa, de Imbé

Agora não sei mais nada,
Fugir não e a solução
Tudo depende de uma escolha
E para isso é preciso ponderação.

Dividida estou,
E sem rumo também,
Pois não quero na minha decisão
Magoar ninguém… O que fazer?

Sentimentos confusos e loucos
Como posso tomar essa decisão?
Que sufoco! Não é fácil, pois se fosse,
Não estaria pedindo Socorro!

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

Coisas Boas

Por Maiquiel Fernando, de Capivari

Coisa boa jogar bola na rua,
Brincar com os amigos,
Tomar chimarrão sentado no chão.
Coisa boa ver filme com primos e amigos,
Coisa boa comer pipoca sentado na lajota,
Coisa boa comer brigadeiro e rir o dia inteiro.

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

Meu coração

Por Luiza Souza Cardoso, de Tramandaí

Meu coração é meio criança,
Vive cheio de esperança
Quase um adolescente,
Pois vive rindo, contente
É um coração cheio de ilusões
E não se cansa de emoções!
Ele não consegue ver a maldade,
Sempre acredita que é verdade
Apesar de tudo, acredita na amizade
Acredita ainda na felicidade,
De alguém que vem para amar de verdade!

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

As Flores

Por Leonan Gomes Terra, EMEF Rui Barbosa, de Imbé

As flores são belas.
E também coloridas.
Uma rosa e uma margarida.
Todas elas têm vida.

No jardim todas elas estão.
Por uma rosa vermelha e branca se apaixonou meu coração.
Meus olhos brilharam de tanta emoção.
E para a menina mais bela dediquei meu coração! 

out 19, 2015 - Poemas    No Comments

Saudade

Por Raquel Santos, de Capivari do Sul

Porque saudade machuca tanto?
A falta de alguém que gostamos
Uma pessoa especial
Que não é muito normal
Vontade de tê-lo aqui
E o ver sorrir
Odeio a saudade
Quando bate a saudade parecemos bipolar
Dá vontade de sorrir e às vezes de chorar
Falar por mensagem não é o suficiente
Porque ainda queremos ele perto da gente
Fazê-lo feliz
É tudo que sempre quis
Mas acaba que é ele quem nos faz feliz!

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