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ago 9, 2014 - Crônicas, Poemas    No Comments

Dias dos Pais

Por Suely Braga

Dia Dos Pais segundo domingo de agosto, um dia especial a ser comemorado, embora todos os dias do ano sejam Dia dos Pais. Atualmente com a evolução e a era da comunicação acabou-se o pai machão, aquele que chegava do trabalho, sentava na poltrona e a mulher trazia-lhe o chinelo e o jornal. Com a emancipação da mulher, ela entrando no mercado do trabalho, deixou de ser apenas a dona de casa para ser parceira do homem, muitas vezes concorrendo com ele nas diversas profissões.

Mudou também a função do homem. Agora ambos trabalham fora, nesta correria maluca para adquirir o pão de cada dia. Muitos casais encontrando- se somente à noite, o homem passou a ser companheiro em todas as funções domésticas. O homem de hoje cozinha, passa,lava, troca fraldas, faz mamadeira, leva e busca as crianças nas cheches, nas escolas sem nenhum problema.

Muitos pais viúvos ou divorciados criam os filhos sozinhos, assim como muitas mulheres, realizando o duplo papel de pais e mães.Ainda existem muitos machões das gerações passadas, que conservam costumes ultrapassados e não ajudam as mulheres em nada, mas os machões estão em extinção.

Hoje ser pai é: Acompanhar o crescimento dos filhos. Estar presente em todos os momentos.

Ser amigo e companheiro.
Ser esteio nas horas difíceis.
Ser apoio e corrimão na escada da vida, luz na escuridão.

Não caminhar na frente, nem atrás, mas ao lado.
Ser confidente dos problemas e dúvidas dos filhos.
Ser compreensivo e carinhoso e sobretudo ser fonte de amor.

FELIZ DIA DOS PAIS!

Um grande abraço amigo.

OSÓRIO, 10 DE AGOSTO DE 2014.

mar 21, 2014 - Poemas    No Comments

Entre Laços

Por Cláudia Duarte
Capão da Canoa, maio de 2013

Nossa amizade
Que não tem preço
De sem-limite
Não tem começo
Que até parece
Vinda de berço
 
É esse carinho    
Que aos estranhos
Cai demasiado
Soa esquisito
Gera conflitos
Quando no início

Aquela coisa
Sabe-se o nome
Bate no peito
Tão gratuita
Tem som perfeito
Só não se explica
 
Afinidade
Toda enrolada
Risos, tropeços
Idas e vindas
Resiste ao tempo
Por infinita

mar 8, 2014 - Poemas    No Comments

Mulher

Por Suely Braga

Mulher gera no ventre a vida.
Acalenta nos braços o ser indefeso.
Carrega o peso da discriminação.
Com lágrimas orvalha seu caminho.
Guerreira desfralda a bandeira.
Resoluta,
entra na luta.
Ergue a fronte diante dos desafios.
Mulher, Mãe Maria bendita,
Acolhe no regaço o Menino Rei,
SALVADOR DA HUMANIDADE
Mulher eu te saúdo neste dia alvissareiro.
Meus alpausos neste Dia Internacional da Mulher.

dez 27, 2013 - Poemas    No Comments

Ano Velho Ano Novo

Ano Velho Ano Novo

Por Suely Braga

O Ano velho se vai.
Despede-se.
Fenece.
Desaparece.
Leva na boca um gosto
das alegrias, das conquistas.
Deixa nos corações
a saudade.
Deixa também o gosto amargo
do sofrimento ,da dor, da tristeza,das decepções.
Sonhos desfeitos, ilusões perdidas.
Sucessos e fracassos.
Perdas e ganhos.
Deixa a lembrança
de conquistas alcançadas,
amores desfeitos.
separações.
A saudade é infinita
de vidas finitas.
Ano Novo chega.
Traz nas asas douradas:
projetos,promessas
de um novo tempo.,
de luz,de paz ,de amor.
Renasce a vida e a Esperança.
Agradeçamos os bens
que recebemos.
As graças que alcançamos.

Mais um ano que vem.
Sonhamos, planejamos,
projetamos.
Que seja um ano
de mais paz
e  amor entre os homens.
Um ano de união,
fraternidade e solidariedade.
Um ano de vida.
Vida para todos.
Vida em abundância.

Desejo a todos um Novo Ano repleto de graças, com muita saúde, amor e paz.

jun 12, 2013 - Poemas    No Comments

Tu

Por Célia Jurema Aito Victorino

Tu…
Que, quando estive pesarosa e triste
Fizeste-me entender no consciente
A verdadeira história do prazer
Tu…
Que, quando odiando ao mundo e a mim mesma
Deixava a minha vida solta a esmo,
Ensinaste-me a viver e a amar
Tu…
Que, com teu carinho e tua bondade
Fizeste-me antever felicidade
Quando não a esperava nunca mais
Tu…
Que, me entregas a alma plena de desejo,
Me dás a vida no calor de um beijo e
Faz tudo o que me satisfaz
Tu…
Que, por viveres pra sempre no meu pensamento,
Por nunca me esqueceres um só momento,
Por compreenderes minha incompreensão
E aceitares tudo o que aceito…
Aceita, meu querido, o meu respeito,
Aceita, meu amor, meu coração!

maio 9, 2013 - Poemas    No Comments

Mãe

Por Suely Braga, Osório, 08 /05/2011.

Mãe palavra pequena,
profunda,
serena.
Primeira palavra balbuciada
nos  lábios da criança.
Mãe esperança.
Saudada nas canções e poesias.
Mãe alegria.
Mãe carinhosa.
Mãe corajosa.
Mãe educadora.
Mãe sofredora.
Mães da “Plaza de Mayo”
pranteando  os filhos desaparecidos.
Mãe, Maria no CALVÁRIO.
Mãe geradora
trazendo no ventre a vida.

Mãe trabalhadora
tantas  vezes oprimida,
desiludida,
perseguida.
Mãe de todas as raças,
todas as etnias.
Mães do mundo inteiro.
Neste Dia Alvissareiro,
mereces  homenagens,
as bênçãos e graças
do Senhor da  Criação.
Mereces muita gratidão
de  todos os filhos teus
por  tua grandiosa Missão

maio 8, 2013 - Poemas    No Comments

Efeitos do Sol Poente

Por Artur Pereira dos Santos

Tua imagem, em verde e dourado.
Verde dos campos, lagos e matas.
Teus braços abertos, enamorados;
Dourado de ti e de teu esplendor.
Do sol da manhã ou do breve poente.
Dourando teu corpo e do que ele é coberto.
Do teu colo com sombras de ti sorridente.
De teus seios arfantes, que mesmo encobertos.
Exalam o perfume dos caminhos do amor.

abr 15, 2013 - Poemas    No Comments

Loucura

Por Suely Braga
Osório, 16.06.2012

Na gruta fria e isolada.
Na noite escura, gélida.
Enrolado no velho cobertor.
Sob a luz frouxa da lamparina.
Ele faz versos desconexos.
Canta a alegria e a dor,
a vida e a morte,
o desencanto
e o encantamento.
No lamento
de sua densa,imensa solidão
canta o poeta louco.

abr 15, 2013 - Poemas    No Comments

Quem és tu?

Por Carmem Regina Oliveira

Neste momento
Imagino quem sejas
Enquanto percorro
Esta folha de papel

As letras são carícias
Em tua pele.
Tu és a folha de papel
Minha caneta te alisa

Sou aqui o ser
Que te deseja
o ser que te idealiza.

E de repente tudo se transforma
Fugindo a regra somem
A folha e a caneta
Perco o controle do desejo
que estava no papel escrito.

 

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