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jun 11, 2019 - Crônicas    No Comments

ETERNO RUY RUBEN RUSCHEL

Ruy Ruben Ruschel

Nesse 11 de junho completam-se 20 anos da morte de Ruy Ruben Ruschel. Advogado, professor, juiz, desembargador, pesquisador, cronista e historiador, Ruschel nasceu em Porto Alegre em 27 de janeiro de 1926, filho de Henrique Afonso Ruschel e Dalila Picoral Ruschel. Tinha, portanto, 73 anos ao morrer, vitimado por um câncer. Casado em primeiras núpcias com Heronita Raupp, de cujo matrimônio nasceram os filhos Régis Roberto, Rogério, Ricardo e Ruben. Viúvo, casou-se com Beatriz Clezar. Ambas de tradicionais famílias torrenses.

Torres foi uma de suas grandes paixões! Para ela dedicou quatro livros– Torres, a Rainha das Praias, em parceria com sua mãe -, Torres Origens, por ocasião dos 10 anos do jornal Gazeta e da realização do Raízes de Torres, Os Fortes de Torres e Por Mares Grossos e Areias Finas. Na área do Direito teve publicado Dinâmica das Classes Sociais, pelo Instituto Estadual do Livro, em 1966. Outras duas obras fazem menção a Ruschel ou são trabalhos seus: O Direito Público em Tempos de Crise, Estudos em Honra a Ruy Ruben Ruschel, organizado e editado por Ingo Wolfgang Sariet em janeiro de 1999, e Torres Tem História, organizado por Nilza Huyer Ely, editado pela EST em 2004, e que reúne mais de 800 colunas publicadas no Jornal de Torres e Gazeta entre 1985 e 1999. Além de uma centena de outros trabalhos de pesquisas históricas e arqueológicas, colunas em jornais e revistas da cidade de Torres e região. Bem como a participação em seminários, palestras, congressos sempre tendo Torres (ou o Litoral Norte) como ponto de referência.

A História era também outra de suas paixões! Parte de sua obra está no acervo do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, doada pela família; outros artigos e crônicas em publicações do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, do qual era membro.

Em Torres Origens, resumo de um trabalho de pesquisas de 25 anos, com sapiência e visão, ele conclama outros apaixonados pela História a seguirem adiante. A não se contentarem com o que estava até então pesquisado e escrito. Tinha noção de que a História não tem fim ou limites! É inesgotável, acompanhando a vida humana sobre a terra.

Ruschel é, sem dúvida, a base para as fontes de consulta sobre a História de Torres e região. É através dele que sempre se inicia um trabalho! Pode não ser completo, atual – pois a História é dinâmica, sendo essa uma de suas características -, mas é obrigatório ir até a obra de Ruschel ao menos como um ponto de partida; para verificar o que está registrado; para confirmar-se se está no rumo certo; ainda para saber a opinião dele sobre determinado tema.

Consultar Ruschel é obrigatório. Imprescindível quando se trata da História de Torres!

Nesses 20 anos que se completam tristes com sua ausência física, resta ao menos o consolo de poder ouvi-lo através de sua obra. E saber que a Academia dos Escritores do Litoral Norte (AELN) ao constituir seus assentos na Galeria dos Imortais, destinou a Ruy Ruben Ruschel a Cadeira de nº 12, a qual, em vida, terei a honra e o orgulho de ocupá-la, buscando dignificá-la, em sua memória.

Eterno Ruy Ruben Ruschel nesses 20 anos! O Tempo, a História e os Homens rendem-lhe homenagens!

Nelson Adams Filho

Jornalista – Historiador – Acadêmico

maio 21, 2019 - Crônicas    No Comments

Reunião do mês de maio ocorre em Tramandaí

No último sábado (18)  a Academia de Escritores do Litoral Norte reuniu seus acadêmicos na Biblioteca Pública Manoelito de Ornellas, em Tramandaí, para sua reunião ordinária.

A pauta da reunião tratou, com destaque, da organização da cerimônia de posse das cadeiras da Academia. Serão trinta cadeiras que homenagearão escritores e personalidades gaúchas que marcaram a história com suas contribuições à literatura, educação e cultura, além de outros aspectos.

Além disso, fora feita a leitura, pela acadêmica Cristina M de Oliveira, da “Carta de Osório”, elaborada pela comunidade no I Fórum Estadual do Patrimônio Cultural, ocorrido no último mês, nesta cidade. Na pauta, entre outros assuntos, questões internas também foram discutidas.

A Academia de Escritores do Litoral Norte agradece a equipe da Biblioteca Manoelito de Ornellas, em nome de sua bibliotecária, Grazieli Demoliner, pela acolhida e gentileza.

📷Elvis Calabresi Garcia/acadêmico.

Aeln

out 14, 2016 - Crônicas    No Comments

Encontros ou reencontros

De repente sem notificação alguma encontramos o passado revivendo no presente. Lembranças, alguns nomes esquecidos com fisionomia clara, constrangimentos ao esquecer algo que se passou em uma época tão marcante.

Então vem o reencontro.

Depois daquelas remexidas de cabeça e um passeio pela memória talvez,vêm em nossas mentes quem fomos, o que fazíamos e o que sonhávamos. Tudo o que vivenciamos com pessoas especiais vêm à tela mental como um filme de nossas próprias vidas. Comédia, drama, romantismo, saudosismo…tanto faz.

Se a recordação está viva é porque nada foi colocado na vala do esquecimento.

Nosso reencontro mexe com nossos sentimentos, aflora a saudade daquele tempo ( que não faz muito) revivermos novamente. Encontro de velhos amigos, ausência de outros, mas o que queremos é a aproximação sem pensar em despedidas para compensar o tempo que passou.

O passado guarnece as lembranças e o presente nos trás aqui novamente, isto prova que não houve recaída.

Carmem Regina

AELN lança Antologia V

 

Antologia V

AELN lança no próximo dia 14 de novembro, às 15 horas, no Museu de Comunicação Hipólito José da Costa mais uma obra, a Antologia V de contos, poemas e crônicas.

A obra de 164 páginas contou com 22 autores, sendo o prefácio do colega José Carlos Laitano, da Academia Rio-Grandense de Letras.

Os autores: Artur Pereira dos Santos, Cacá Melo, Carmem Regina de Oliveira, Célia Jurema Aito Victorino, Cláudia Duarte, Elza Eliana Lisbôa Montano, Evanise Gonçalves Bossle, Fábian Mariotti, Felipe Daer, Heloisa Mascolo, Janaine da Silva Ferrão,  Leda Saraiva Soares, Luiz Alberto de Souza Pedroso, Maria de Lourdes Borges Werlang, Mário Feijó, Mariza Simon dos Santos, Nelson Adams Filho, Rodrigo da Silva Rocha, Rodrigo Trespach, Silvania Anderson, Suely Eva dos Navegantes Braga, Ulda Melo.

Lançamento Antologia V
Dia: 14.11.2015
Horário: 15h
Local: Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, na Rua dos Andradas, 959 – Centro Histórico, em Porto Alegre.

out 31, 2015 - Crônicas    No Comments

Ao longo do caminho

Por Artur Pereira dos Santos

Há exatos 40 anos deixei de lado minha última Monark. Hoje, diante das circunstâncias que transformaram em pesadelo o que poderia ser a simples acomodação dos elementos ouo desgaste esperado dos metais me dirigi à casa que vende bicicletas há tanto tempo quanto ao que adquiri aquela que abandonei depois de usá-la nos primeiros anos a serviço do meu último patrão, sem cobrar um centavo pelo desgaste.

Minha intenção era saber o quanto custava uma, poderia ser usada, para que viesse a ocupar o espaço que deixarei vazio quando vender o carro que hoje possuo.

Na verdade não existe a intenção de adquirir ou vender coisa alguma. Foi a forma que encontrei para passar entre o pesadelo e o sonho sem arranhá-los. Embora a vontade fosse destruir o primeiro e abraçar o segundo.

Cumprimentei os amigos que encontrei na loja e segui na caminhada em direção ao ponto que queria evitar: Comprar passagens para voltar ao local que já me acostumei, mas que sei não ser o meu lugar.

Encontrei amigos e desconhecidos. Com eles conversei para esquecer tantas coisas que me passavam pela cabeça. Cumprida à primeira etapa proposta, dirigi-me a casa de minha irmã.

Meu caminhar penoso fazia-me parar para olhar nomes de ruas nas placas das esquinas. Em uma delas fiquei a comparar quem chegara primeiro a cidade: Se Orestes Clemente Serra ou Lídio Antônio Monteiro, embora soubesse de antemão que quem chegou primeiro foi o último.

Lembrei que naqueles locais encontrava perdizes quando voltava da venda de doces da Dona Cristina ou pé de moleques feito por minha mãe, quando a dunas da Zona Nova eram arrastadas por juntas de bois até os locais que precisavam ser aterrados.
A doce recompensa apareceu apenas quando parei à sombra de um a pitangueira e dela provei algumas frutas maduras, enquanto pensava o quanto já representaram em minha história.

Quando viemos ainda crianças para Capão da Canoa eu e uma de minhas irmãs, já falecida, deixamos as carretas com nossos pais seguirem adiante e viemos apanhando pitangas à beira da cerca que seguia paralela aos contornos da Lagoa dos Quadros.
Pensei mesmo inconformado com as circunstâncias atuais: Afinal, ainda existem pitangas ao longo de meu caminho.

jul 22, 2015 - Crônicas    No Comments

25 de Julho, Dia do Escritor

Comemora-se o dia do Escritor, como tantos outros: Dia das Mães, dos Pais, do Poeta, Dia Nacional do Livro, etc.  O que tem hoje, escritor para comemorar? É assustadora a estatística que aponta que o brasileiro lê  em  média 4 livros por ano. A pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”do Instituto Pró-Livro, aponta a leitura de 2 livros inteiros até a leitura de 4 livros incompletos, por ano. Nossos vizinhos argentinos e uruguaios leem muito mais.

Todo ser que escreve, o faz para ser lido, execrado ou admirado, não importa, desde que lido. Como formar leitores numa sociedade,   dominada pela cibernética? Como enfrentar a concorrência de tablets, televisão e outros tantos aparelhos  tecnológicos, tão em moda e as novas tecnologias  que surgirão? Como ficarão a reflexão e a crítica, o pensamento criativo e divagador? Somente o texto escrito poderá romper a alienação, propondo questionamentos  e  inquietações. No mundo moderno a leitura é fundamental para o cidadão,  para  a sociedade, para as empresas. Cabe à família e à escola motivar a leitura.

Estão distantes os tempos da leitura em momentos de lazer e entretenimento! Vivemos num mundo conturbado,rápido, “tempo é dinheiro”. Os jovens, serão futuros leitores, quando desde tenra idade são  entronizados  nos eletrônicos? Quando as maquininhas (celulares) dominam suas vidas e suas horas? Quando a comunicação se dá através das redes sociais, quase exclusivamente? O que podemos esperar das novas gerações deste século XXI?

Por Profª Mariza Simon

jul 2, 2015 - Crônicas    No Comments

A pressão para viver

Por Mário Feijó

Ontem eu lembrei do meu tempo de menino. Quase tão perto eu diria. E queria logo crescer, talvez pelas inúmeras surras que apanhava. Hoje os tapas que educavam são criminosos. Então muitos filhos passaram a cometer crimes porque não mais apanham, nem recebem castigo. Perderam o medo, e até o respeito.

Eu lembrei que tinha menos de sete anos e por ter tirado a calça e mostrado meu pênis excitado para uma menina da vizinhança (que tinha pedido pra ver), na frente do meu irmão, este contou para o meu pai e eu apanhei uma surra daquelas. Porém lembro até hoje que não havia maldade ou malícia no ato. Era puro exibicionismo de criança, de um lado, e curiosidade do outro.

Também lembro que apanhei por ter chamado meu irmão de palhaço. Mas foi uns tapas merecidos, pois eu sabia que palhaço era nome feio, portanto proibido de ser pronunciado.

Depois de quase 60 anos, e algumas “quase” mortes eu aprendi a dizer “merda” e a mandar “à P.Q.P.”. Hoje as meninas, desde pequenas falam “caralho” e “porra” com a maior naturalidade, como se dissessem pipoca ou chocolate. E a gente tem que não se horrorizar, para não ser tachado de careta e retrógrado. Outro dia eu expliquei pras minhas netas de 15 e 16 anos o que as palavras significavam. Nunca mais ouvi elas pronunciarem tais vocábulos.

Quando criança eu gostava de brincar de amarelinha e de queimei, esconde-esconde; bolas de gude e de pular dos degraus da igreja.

Houve uma vez em que cozinhamos um grilo e demos para um vizinho menor comer. Acho que estávamos iniciando na culinária chinesa (no entanto até hoje sinto remorso por isto).

O pai dos meus amiguinhos da vizinhança, Sr. Juca, era dono de uma mercearia e lá vendiam também sorvetes, ficava bem na frente do colégio onde fiz os primeiros anos: “Grupo Escolar José Boiteux”, no Estreito, em Florianópolis-SC. Aquilo era o paraíso, tanto a escola quanto a mercearia do Sr. Juca e da D. Ranildes. Eles tinham duas filhas e dois filhos. A filha mais velha, Neusa, foi o meu primeiro amor infantil, mas acho que até hoje ela nunca soube disto. Algumas vezes passamos a vida inteira sem dizer às pessoas que as amamos. Sim eu a amei. Mas não é o mesmo amor de gente grande. Era um amor grande, de gente pequena, se você me entende.

Somos assim: nunca dizemos “eu te amo” para nossos pais, para nossos irmãos, algumas vezes nem para nossos filhos. Eu nunca ouvi meu pai ou minha mãe dizerem que me amavam. Hoje eu digo para os meus filhos e eles não acreditam. Por que será que nunca acreditam na gente? Por que será que sempre pensam o contrário do que sentimos?

Parece ser mais fácil odiar, e, em ódio todos acreditam. Mas por que não acreditar no amor quando são os bons sentimentos que nos fazem crescer? Quanta coisa na vida mudaria, se disséssemos mais “eu te amo”…

Fui ensinado a ter medo do amor. Até hoje eu digo e me entrego, mas é sempre uma entrega receosa.

E quando a vida segue, aprendemos a ter medo do mundo. Eu aprendi a ficar atento, porém continuo acreditando nas pessoas, mesmo nas que não acreditam mais em mim. Eu sempre fui e sou solidário…

É fácil pensar que temos milhares de amigos quando somos crianças e também adolescentes. Ai quando finalmente começamos a trabalhar, acreditamos que todos no trabalho são nossos amigos, mas no trabalho temos colegas. Podemos até fazer um ou outro amigo, mas trabalho é ambiente de disputa e onde há disputa, as amizades são fugazes. Ambiente competitivo é fértil solo para traquinagens.

Chega uma hora que, quem sobrevive envelhece e quando não temos alguém como companheiro(a) arrumamos um bando de velhos ranzinzas para ter por perto, com medo da solidão. Nesta hora ninguém tem mais paciência uns com os outros e todos resolvem ser honestos… então somos obrigados a ouvir verdades que não queremos, a aturar o mau humor uns dos outros. Tudo em nome de um companheirismo medroso. Medo da vida. Medo da solidão.

Então para não sermos iguais (e somos) tomamos pílulas, para mijar, para cagar, para peidar, para pressão não subir e até para trepar (hoje em dia tem jovem tomando desde cedo, coitados).

Infelizmente é isto o que nos sobra daqueles tempos tão glamourosos e que na época pareciam tão difíceis. Difícil é viver sozinho, sem um amor por perto.

 

mar 10, 2015 - Crônicas    No Comments

Dia Internacional da Mulher

Por Mariza Simon

Não simpatizo com a ideia de uma data dedicada somente à mulher.  Acredito na parceria homem-mulher. Ambos os sexos são merecedores de uma homenagem  especial. Mesmo assim, sendo a data comemorada  na maioria de países  de nosso planeta , por solicitação, não vou me furtar a dar algumas opiniões.

Não resta dúvidas de que a mulher conquistou, e  merecidamente,  seu lugar nas sociedades ocidentais. Usos e costumes mudaram ao longo dos últimos cinquenta anos. Para minha geração (década de 30)  aconteceram avanços significativos  para a afirmação do sexo feminino.

Lembro-me de meus tempos de juventude.“Moça não saia  sozinha á noite, não namorava  sem a presença de um dos pais(geralmente a mãe ou uma tia solteirona), o namoro não passava da troca de olhares ou de um furtivo aperto de mãos, a virgindade era uma questão intocável (as moças “faladas” não frequentavam os bailes da sociedade), oportunidades profissionais eram raras (só o magistério  acenava como uma ocupação longe do fogão), enfim eram tantos os óbices  impostos às mulheres que a maior realização era o casamento, que lhes dava condição de sair da casa dos pais, e tantas outras situações particulares.

Não pretendo generalizar este comportamento mas, na sua maioria, as mulheres se limitavam a servir ao marido, ter filhos e gerir o lar, ( as tão endeusadas “donas- de- casa”, sustentáculos da família, que mascaravam as  angústias e questionamentos femininos). A ativista Betty Friedan  revolucionou o mundo feminino com seu movimento nos Estados Unidos, (década de 60) logo seguido por outros países, com diferentes graus de intensidade. A tese defendida pelo seu trabalho literário- “Mística Feminina” (1963) abriu espaço para movimentos reivindicatórios de mulheres em diferentes lugares.

Porém, o  contraceptivo hormonal (a pílula) lançado em 1960 nos   Estados Unidos , foi a libertação social  da mulher. Movimentos como os de Woodstock, dos “hippies-paz e amor”, a efervescência da juventude foram importantes para mudarem os costumes e abrirem significativos caminhos.

Após o surgimento da “pílula” a mulher tornou-se dona de seu corpo e de seu prazer. Foi sua independência, uma revolução cultural, pois já não estava mais atrelada a  preconceitos e submissão.  Nos 50 anos seguintes , foi conquistando posições com seu esforço e trabalho ,num  mundo, até  então  ,somente  masculino.

Neste séculoXXI, se  faz necessária uma reflexão sobre as conquistas das mulheres  e   seu papel social como parceira do homem, em busca de um mundo mais harmonioso e desenvolvido,  com oportunidades para todos. Em alguns países europeus já se encontram questionamentos e indagações  sobre as consequências sociais  da liberação feminina, buscando um novo redirecionamento do papel feminino na sociedades modernas.

mar 5, 2015 - Crônicas    No Comments

Mulher…a conquista de todos os dias

O mês de março é o mês da mulher… uma conquista histórica e emblemática… um verdadeiro símbolo da luta de gerações de mulheres que buscaram a valorização e o respeito… muitos avanços sociais já se materializaram… muitos outros ainda estão por vir… mas o que realmente deve ser destacado é o combate incansável que a mulher trava pelo reconhecimento do seu papel… da mulher mãe… da mulher profissional… da mulher dona de casa… da mulher política… da mulher idealista… todos tão relevantes e muitas vezes presentes numa única expressão… MULHER!

É nosso dever evidenciarmos seus anseios e os avanços de suas conquistas… e este esforço deve ser diário… pois diário é o exemplo de vida, de luta e de dedicação de cada mulher, indiferente do papel que desempenhe…
MULHER… um manifesto declarado de amor, esperança e fé na nossa existência…
MULHER… OBRIGADO!!!

Por Felipe Daer

fev 21, 2015 - Crônicas    No Comments

AELN no Calendário 2015 da Liga Feminina de combate ao Câncer de Tramandaí

As escritoras da AELN Carmem Regina Oliveira, Evanise  Gonçalves Bossle, Solange Barbosa de Almeida e Ulda Melo participaram  com poemas e frases  do Calendário 2015 da Liga Feminina de combate ao Câncer de Tramandaí que  este ano completa  25 anos de atuação no município. O convite para participação do projeto  foi feito pela atual presidente da Liga a Profª Neusa Rohsig. Os calendários estão sendo vendidos a R$ 5,00 pela Liga e também na Livraria Orca de Tramandaí.

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Fonte: Assessoria de Imprensa AELN

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